Segundo a investigação da Polícia Civil, as agressões contra Henay Rosa Gonçalves Amorim começaram no apartamento onde ela morava com o namorado, em Belo Horizonte, e continuaram durante o trajeto de carro até Itaúna. Testemunhos e a própria confissão do suspeito indicam que houve uma discussão seguida de violência física no imóvel, com agressão no rosto da vítima.
Durante a viagem, novas agressões ocorreram dentro do veículo e no acostamento da rodovia, incluindo empurrões, impacto da cabeça contra o carro e pressão no pescoço até a asfixia. Os achados da necropsia são compatíveis com a dinâmica relatada. O caso é investigado como feminicídio.
Por Fábio Melo

